“Filho de peixe, peixinho é”!

A formação de hábitos alimentares de crianças e adolescentes não difere desse ditado popular: “filho de peixe, peixinho é”… pois a influência da família é a principal chave para formação dos hábitos alimentares.

Hábito alimentar ou rotina alimentar, nada mais é do que o consumo diário dos alimentos levando em consideração as características de cada pessoa, como idade, gênero e condições de saúde e as influências sociais como a cultura, mitos, tabus e crenças.

A infância é uma fase de descobertas, onde tudo é novo e diferente, é a fase do experimentar. É na infância que temos o inicio da formação dos hábitos alimentares.

Pensando no bebê de seis meses, o pediatra orienta o consumo gradativo das papinhas de frutas, em seguida a introdução das papinhas salgadas no almoço, depois, para o jantar, recomenda o consumo do ovo e por fim a criança passa a consumir a alimentação normal da família, ou seja, a criança se adapta ao hábito alimentar familiar.

Nesta etapa é importante discutirmos sobre as diferenças entre: o que é comida de adulto e o que é comida de criança?

_ Podemos afirmar que são as embalagens coloridas, os formatos engraçados e o preço é que diferem; pois, sob o ponto de vista nutricional um copo de refrigerante tem a mesma quantidade de açúcar que uma pitchulinha, (embalagem individual e pequenina de refrigerante destinada ao público infantil). São questões desse tipo que geram dúvidas. O que é o melhor? O que eu posso liberar? O que eu devo exigir? As respostas a essas questões estão em uma educação alimentar orientada.

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É na infância em que a família se preocupa em moldar os hábitos alimentares, para que seu filho cresça e se desenvolva com uma boa saúde; que vai refletir em um adulto saudável e feliz.

Podemos dizer que não há alimentos proibidos e/ou permitidos, ou alimentos saudáveis e menos saudáveis, o que há é uma grande variedade de alimentos que devemos conhecer para que possamos ter o discernimento do que deve ser consumido, em que hora e em que quantidades.

Pequenas mudanças podem garantir a formação de hábitos saudáveis, como, por exemplo, levar as crianças às feiras e supermercados, procurando ensinar quais são as frutas, verduras, legumes e alimentos que fazem bem para a saúde e preparar essas refeições envolvendo a criança.

Já que os pais são as referências, estes devem comer os “verdinhos” reforçando o quanto é gostoso, isso refletirá de forma positiva para a criança.

Quando houver resistência da criança em comer as saladas nas refeições podemos preparar outros tipos de receitinhas, como: uma torta de legumes cortada em formato de estrelinha, pedir para a criança ajudá-la na preparação ensinando quais os alimentos estão sendo utilizados. Essas práticas são lúdicas e chamam a atenção da criança.

As dicas que damos ao preparar os lanches dos pequenos é evitar o consumo em excesso dos produtos industrializados, como por exemplo, os bolinhos de chocolate, que podem ser substituídos por um bolo caseiro de laranja, um refrigerante ser substituído por um suco de goiaba, um biscoito recheado pode ser substituído por biscoitos de aveia. São alimentos gostosos e bem mais nutritivos.

Uma refeição deve representar para a criança um momento de prazer, descobertas e acima de tudo uma grande confraternização familiar.

Nutricionistas: Kennya Colletti e Priscila Magalhães
APRENDER A NUTRIR
Aluno Nutrido, Aluno Desenvolvido

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H1N1, Influenza tipo A ou gripe suína, prevenção é o melhor remédio

O que é?

Influenza, comumente conhecida como gripe, é uma doença viral febril, aguda, geralmente benigna e autolimitada. Frequentemente é caracterizada por início abrupto dos sintomas, que são predominantemente sistêmicos, incluindo febre, calafrios, tremores, dor de cabeça, mialgia e anorexia, assim como sintomas respiratórios com tosse seca, dor de garganta e coriza. A infecção geralmente dura 1 semana e com os sintomas sistêmicos persistindo por alguns dias, sendo a febre o mais importante.

Os vírus influenza são transmitidos facilmente por aerossóis produzidos por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar. Existem 3 tipos de vírus influenza: A, B e C. O vírus influenza C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública e não está relacionado com epidemias. O vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias. Dentre os subtipos de vírus influenza A, os subtipos A(H1N1) e A(H3N2) circulam atualmente em humanos.

Sintomas

A população deve estar atenta aos sintomas da Influenza A H1N1. A doença se assemelha a uma gripe comum, mas é muito mais intensa. Fadiga e dores no corpo, febre alta, dificuldades para respirar e dores no tórax indicam problema. Nesses casos, a orientação é que o cidadão procure atendimento médico. Alguns casos podem evoluir com complicações, especialmente no grupo de risco.

São sinais de agravamento:

  • Aparecimento de dispneia (falta de ar) ou taquipneia (aumento da frequência respiratória) ou hipoxemia (diminuição da oxigenação no sangue);
  • Persistência ou aumento da febre por mais de 3 dias;
  • Exacerbação de doença pulmonar obstrutiva crônica;
  • Exacerbação de doença cardíaca pré-existente;
  • Miosite (inflamação nos músculos) comprovada por exames laboratoriais;
  • Alteração do sensório (do nível de consciência);
  • Exacerbação de sintomas gastrointestinais em crianças;
  • Desidratação

Prevenção

A melhor maneira de proteger as crianças contra influenza sazonal e potenciais complicações graves é a vacinação anual contra influenza. A vacinação contra influenza é recomendado a partir de 6 meses até 5 anos.

O Ministério da Saúde aconselha a população a tomar medidas preventivas de eficácia comprovada:

  • Higienizar as mãos com água e sabão, ou com álcool gel, principalmente depois de tossir ou espirrar; depois de usar o banheiro; antes de comer;  antes e depois de tocar os olhos, a boca e o nariz;
  • Evitar proteger a tosse e o espirro com as mãos, utilizando, preferencialmente, lenço de papel descartável;
  • Evitar contato com pessoas que apresentem a síndrome gripal;
  •  Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos;
  • Utilizar lenço descartável para limpeza das secreções nasais e orais das crianças;
  • Lenços ou fraldas de pano, estes devem ser trocados diariamente;
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
  • Manter os ambientes bem ventilados;

flu-in-childrenIndivíduos que apresentem sintomas de gripe devem:

  •  Evitar sair de casa em período de transmissão da doença (até 7 dias após o início dos sintomas);
  •  Evitar aglomerações e ambientes fechados, procurando manter os ambientes ventilados;
  • Recomenda-se que a criança doente permaneça em casa por pelo menos 24 horas após o desaparecimento, sem utilização de medicamento, da febre.

 

Cuidados com gestantes; puérperas e recém-nascidos

Influenza causa mais doença grave em gestantes que em mulheres não grávidas. Mudanças no sistema imunológico, circulatório e pulmonar durante a gravidez faz com que as gestantes sejam mais propensas a complicações graves por influenza, assim como hospitalização, e óbito. As gestantes com influenza também tem maiores chances de complicações da gravidez, incluindo trabalho de parto e parto prematuros.

A vacinação contra influenza durante a gravidez protege a gestante, o feto e até o bebê recém-nascido até os 6 meses.

  • As gestantes devem buscar o serviço de saúde, caso apresente sintomas de Síndrome Gripal;
  • Se a mãe estiver doente, deve realizar medidas preventivas e de etiqueta respiratória, como a constante lavagem das mãos, principalmente para evitar transmissão para o recém-nascido;

Vacinação

Vacinação contra influenza é a intervenção mais importante na redução do impacto da influenza e é uma componente chave da preparação e resposta da OMS para controlar a circulação de amostras de vírus influenza sazonal.

A constante mudança dos vírus influenza requer um monitoramento global e frequente reformulação da vacina contra influenza.

Os grupos prioritários a serem vacinados de acordo com recomendações do Ministério da Saúde são:

  • Crianças de 6 meses a menores de 5 anos;
  • Gestantes;
  • Puérperas;
  • Trabalhador de saúde;
  • Povos indígenas;
  • Indivíduos com 60 anos ou mais de idade;
  • População privada de liberdade;
  • Funcionários do sistema prisional;
  • Pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis;
  • Pessoas portadoras de outras condições clínicas especiais (doença respiratória crônica, doença cardíaca crônica, doença renal crônica, doença hepática crônica, doença neurológica crônica, diabetes, imunossupressão, obesos, transplantados e portadores de trissomias).

Fonte: Ministério da Saúde

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Benefícios do Esporte para as Crianças

Bom é ver que a prática do esporte sempre está na moda entre as crianças. A atividade física faz parte do dia a dia das crianças. O esporte é importante para a saúde e para o bem-estar de todos. É um fator fundamental de desenvolvimento e de crescimento, sempre contribuindo de forma positiva para o seu físico e para a sua mente.

É recomendado a prática de esporte de maneira equilibrada, respeitando as capacidades e as habilidades motoras de cada criança. O esporte não deve ser imposto nem visto como obrigação afim de transformar uma criança em atleta. A criança deve gostar e se divertir com o esporte.

É normal que a criança comece no esporte influenciado por amigos, pelos pais, familiares, etc. Mas temos que preservar que a criança, sempre se divirta. O esporte deve ser introduzido na vida da criança de uma forma gradual, para que se dê por satisfeitas suas necessidades lúdicas.

Desde bem cedo, a criança deve começar a ter contato com o esporte de maneira prazerosa, divertida, como uma brincadeira. Ela deve aprender a correr, saltar e pular, pedalar ou praticar alguma atividade física em grupo, sem nenhum compromisso maior. A criança deve experimentar várias modalidades esportivas. A escolha por um esporte “definitivo” deve ser uma decisão natural da criança, e isso ela fará quando estiver um pouco mais velha (08-12 anos).

Ballet

O Programa de Esporte do Colégio Happy Day tem como missão desenvolver em nossas crianças hábitos saudáveis, convívio em grupo, respeito ao próximo e prazer em praticar exercícios, contribuindo em sua formação educacional. Sempre com segurança, respeito ao desenvolvimento motor de cada faixa etária e aplicação lúdica das técnicas de ensino e aprendizagem.

O Colégio Happy Day oferece os cursos de Ballet, Judô, Natação, Educação Física e Futebol para crianças entre 2 e 14 anos.

Cada atividade apresenta uma metodologia de trabalho que respeita as características do desenvolvimento afetivo, cognitivo e motor de cada faixa etária.

Entre tantos, abaixo alguns benefícios  do esporte para a criança:
  • Fazer amigos e a ingressar na sociedade;
  • Ter responsabilidades e compromissos.
  • Aprender e a seguir regras;
  • Ter respeito e a ser respeitado;
  • Ter persistência, não desistir;
  • Superar a timidez ou a vergonha;
  • Potenciar bons hábitos;
  • Ser mais colaboradora;
  • Reconhecer e respeitar que existe alguém que sabe mais que ela;
  • Melhorar a sua coordenação motora;
  • Estimular a sua saúde e higiene.
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Dengue, Chikungunya e Zika, Cuidados dentro de casa e apartamento

2/3 dos criadouros do Aedes estão nas residências.
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O Aedes aegypti é um mosquito doméstico. Ele vive dentro de casa e perto do homem. Com hábitos diurnos, o mosquito se alimenta de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer. A reprodução acontece em água limpa e parada, a partir da postura de ovos pelas fêmeas. Os ovos são colocados em água limpa e parada e distribuídos por diversos criadouros.

Por isso, união, estados, municípios e a sociedade devem trabalhar juntos para a eliminação dos focos do mosquito Aedes aegypti. A orientação da campanha é para que toda família determine o sábado como dia de combate aos focos do Aedes. Em menos de 15 minutos é possível fazer uma varredura em casa e acabar com os recipientes com água parada– ambiente propício para procriação do Aedes aegypti. #CombateAedes

  • Tampe os tonéis e caixa d’água;
  • Mantenha as calhas sempre limpas;
  • Deixe garrafas sempre viradas com a boca para baixo;
  • Mantenha lixeiras bem tampadas;
  • Deixe ralos limpos e com aplicação de tela;
  • Limpe semanalmente ou preencha pratos de vasos de plantas com areia;
  • Limpe com escova ou bucha os potes de água para animais;
  • Retire água acumulada na área de serviço, atrás da máquina de lavar roupa.

Saiba como deixar sua casa livre do mosquito:

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Como eliminar os focos

  • Lavar as bordas dos recipientes que acumulam água com sabão e escova/bucha;
  • Jogar as larvas na terra ou no chão seco;
  • Para grandes depósitos de água e outros reservatórios de água para consumo humano é necessária a presença de agente de saúde para aplicação do larvicida;
  • Em recipientes com larvas onde não é possível eliminar ou dar a destinação adequada, colocar produtos de limpeza (sabão em pó, detergente, desinfetante e cloro de piscina) e inspecionar semanalmente o recipiente, desde que a água não seja destinada a consumo humano ou animal. Importante solicitar a presença de agente de saúde para realizar o tratamento com larvicida.;

Saiba como efetuar a limpeza de objetos usados para armazenamento de água

Tampar e lavar reservatórios de água são ações importantes para o combate ao Aedes aegypti. A limpeza deve ser periódica com água, bucha e sabão.
Ao acabar a água do reservatório, é necessário fazer uma nova lavagem nos recipientes e guardá-los de cabeça para baixo. Esse cuidado é essencial porque os ovos do mosquito podem viver mais de um ano no ambiente seco.

Recomendações de utilização da água sanitária:

Água sanitária também poder ser utilizada no combate às larvas. Mas é importante lembrar que ela NÃO PODE ser utilizada em recipientes usados para armazenamento de água para consumo humano e de animais.
Recomenda-se a utilização de água sanitária pela população nos seguintes criadouros:

Fonte: Ministério da Saúde

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